quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Conterrâneo Gonzagão


Sou doidim pelo maior sanfoneiro que o Brasil já teve. Igual ao home de Exu num tem mais não. O fio de Januário saiu do sertão nordestino e foi pras bandas do sudeste do país, e fez sucesso. Inovou a música brasileira com o baião , xaxado e xote. Fez parceiria com um cabra letrado, de inteligença supimpa que foi , o grande compositor Humberto Teixeira. Os dois compuseram a belezura que é a musca Asa Branca.

Tenho orguio de ser nordestino, tenho orguio de ser conterrâneo de Gonzagão. Em sua homenagi adotei Luiz Gonzaga, um bode forte, valente que adora iscutá cum eu as cantoria do meu artista preferido.

Vivas a Gonzagão gente boa, ele é o REI DO BAIÃO, oxe?

2 comentários:

  1. Este véio aí era um arretado da cachorra da moléstia, minha conterrânea. Fiquei muitas vezes de cara pra riba pro palanque da Praça Nova, olhando o véio fincar os dedos na sanfona branca de cento e vinto baixos ( é muito baixo rsss ). Naqueles tempos, sim, era qua a nossa Bonfim tinha um São João de lascar o cano. Eitxa mundo véio sem portêra! kkkk. Abreijos, Sandra!

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  2. Netto, conterrâneo, que palavras danadas de bonitas para o véio Gonzagão. Coisa linda de ver a sanfona branca inundando a Praça Nova de forró, xote e xaxado.
    Um cheiro forrocista para ti home.

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